O melhor é a água: da antiguidade clássica aos nossos dias

O melhor é a água: da antiguidade clássica aos nossos dias
O melhor é a água: da antiguidade clássica aos nossos dias

Brandão, José Luís (coord.); Dias, Paula Barata (coord.)

Imprensa da Universidade de Coimbra

ISBN: 978-989-26-1567-7

Table of Contents
El agua primordial, entre el mito y la filosofía

Bernabé, Alberto

17-33
Lo mejor es el agua

García Romero, Fernando

35-51
La significación de la imagen del agua primordial en Píndaro Nemea VIII

González Tobia, Ana María

53-62
As águas que matam e as águas que salvam: a ambiguidade da água nos textos bíblicos

Dias, Paula Barata

63-83
Las aguas del mar en Edipo Rey y Edipo en Colono de Sófocles

López Rodríguez, Concepción

87-101
A simbologia da água e do fogo no párodo da Lisístrata de Aristófanes: uma encenação do grupo de teatro Thíasos

Cação, Elisabete

103-110
El mar en la Eneida

Alvar Ezquerra, Antonio

111-131
A água em cenários grotescos das Naturales Quaestiones senequianas

Ferreira, Paulo Sérgio Margarido

133-154
Jogos de água na Roma dos Césares: violência, erudição e exotismo

Brandão, José Luís

157-174
A água na cidade romana: perspetivas de investigação: o caso de Bracara Avgvsta

Morais, Rui; Lagóstena Barrios, Lázaro Gabriel

175-202
O “Aqueduto do Real Mosteiro de Santa Clara”: aspetos da construção de um aqueduto no final do século XVIII

Gomes, João Pedro

203-225
Representações da água na celebração de um enlace real: o carme Proteu de Manuel da Costa

Marques, Susana Hora

229-242
Entre o fogo e a água: real e simbólico na representação literária do martírio (Paciecidos de Bartolomeu Pereira, Coimbra, 1640)

Urbano, Carlota Miranda

243-255
Vergílio Ferreira: em nome das águas dos rios, do mar e da chuva

Carvalho, Ana Seiça

257-265